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Estudantes da Mackenzie criam página conservadora e chegam a 2 mil seguidores em 2 dias

Criada em reação a um grupo pró-Lula na universidade, a página "Mackenzistas de Direita" reuniu 2 mil seguidores em dois dias e diz rejeitar confrontos.

Estudantes da Mackenzie criam página conservadora e chegam a 2 mil seguidores em 2 dias
Foto: Ricardo Stuckert/PR / CC BY 2.0 (Luiz Inácio Lula da Silva)

Estudantes da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, criaram a página “Mackenzistas de Direita” como resposta a um grupo de apoio a Lula formado dentro da instituição. Em apenas dois dias no ar, o perfil passou de 2 mil seguidores nas redes sociais.

Defesa de ideias, sem confronto

O fundador do grupo é Enzo Maluf, aluno do curso de Direito. Segundo ele, a proposta é defender ideias conservadoras sem manifestações, greves ou qualquer ação que atrapalhe as atividades acadêmicas.

“Queremos levar nossa ideologia, nosso pensamento, de maneira que não seja impositiva a ninguém”, afirmou Maluf.

A estratégia, portanto, é apresentar o pensamento político de forma pacífica, sem tentar impor visões aos demais estudantes.

Valores e crescimento

O grupo diz defender quatro bandeiras: liberdade, família, Deus e pátria. Para Maluf, a rápida adesão mostra que há uma presença significativa de estudantes conservadores na Mackenzie, uma das universidades mais tradicionais da capital paulista.

Crítica à imposição ideológica

O estudante criticou tentativas da esquerda de impor uma visão política dentro da universidade. De acordo com Maluf, a página representa os acadêmicos que não compactuam com a alienação. Ele também pediu apoio de outros estudantes conservadores que se identifiquem com a direita.

O material de origem não detalha como é o grupo pró-Lula nem informa se a universidade se manifestou sobre a criação das duas iniciativas.

Análise do Giro

A iniciativa mostra que a universidade deve ser um espaço de pluralidade, onde ideias de direita e de esquerda possam ser expostas e debatidas com respeito. A opção declarada por não fazer greves nem confrontos é um bom exemplo de como defender convicções sem atrapalhar quem quer estudar, e o interesse de 2 mil pessoas em dois dias indica que muitos jovens buscam um ambiente em que possam se expressar livremente.

Com informações de Topic News.

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