A campanha do segundo turno ganhou um novo capítulo nas redes sociais. Flávio Bolsonaro respondeu publicamente a uma publicação da atriz Bruna Marquezine sobre a Farmácia Popular e acusou a artista de espalhar informação incorreta para favorecer a candidatura de Lula. O vídeo da resposta, divulgado em 14 de outubro de 2026, já circula entre apoiadores do candidato.
O que Flávio diz que a atriz insinuou
Segundo Flávio, a publicação de Marquezine deu a entender que um governo seu acabaria com o programa. Ele classificou a ideia como uma mentira sem qualquer fundamento e afirmou que a atriz usou sua influência para enganar o eleitor.
O candidato foi direto: a Farmácia Popular não está nos planos do seu governo como algo a ser eliminado.
“Política do medo”: o alvo é o PT
Flávio foi além da resposta pontual. Ele alertou para o que chamou de “política do medo” praticada pelo PT, que, em sua leitura, envolveria celebridades que apoiam Lula. Para o senador, o problema está em usar a visibilidade de personalidades públicas para influenciar o eleitor das camadas mais humildes da população.
É um dos pontos mais sensíveis da disputa. O programa atende justamente quem mais depende de remédio acessível, e é nesse público que qualquer alerta de corte costuma pesar mais.
A promessa: aprimorar, não acabar
Flávio também deixou um compromisso. Se for eleito, disse, a Farmácia Popular será aprimorada, e não descontinuada. O candidato se posicionou contra o que descreveu como uma estratégia de desinformação envolvendo artistas.
A fonte não detalha como seria esse aprimoramento. Também não informa se Bruna Marquezine respondeu à declaração de Flávio. Até o momento, o que se tem é a versão do candidato sobre o conteúdo da publicação e sobre as próprias propostas.
O que vem pela frente
O episódio mostra como a guerra de narrativas nas redes se intensificou na reta final. De um lado, apoiadores de Flávio celebram a resposta e a tratam como uma derrubada de fake news. Do outro, o campo lulista segue contando com o peso de nomes famosos para chegar ao eleitor. Resta saber se a atriz ou a campanha de Lula vão reagir e se o tema da Farmácia Popular continuará nos próximos debates e inserções.
Análise do Giro
Em campanha, é legítimo que artistas se manifestem, mas quem usa a fama para sugerir que um candidato vai tirar remédio do povo assume a responsabilidade de provar o que diz. A resposta rápida de Flávio e o compromisso público de manter e aprimorar o programa colocam a discussão no terreno que interessa ao eleitor: propostas, e não medo.
Com informações de Topic News.



