O Paraná entra de vez na trincheira de Flávio Bolsonaro (PL). O governador Ratinho Junior (PSD) convocou prefeitos e lideranças municipais que estiveram com ele no primeiro turno para reforçar a campanha do candidato à Presidência no segundo turno contra Lula. O ato principal será na noite desta terça-feira (13), no Restaurante Madalosso, em Santa Felicidade, Curitiba.
350 prefeitos na linha de frente
A mobilização não é improviso. Desde a última quinta-feira, a equipe política de Ratinho Junior trabalha na articulação, com a participação de Sandro Alex e Marcel Micheletto. Cerca de 350 prefeitos foram contatados para entrar na campanha.
A meta dos organizadores é ambiciosa: reunir pelo menos 1.500 pessoas, entre prefeitos, vereadores e outras lideranças de diferentes regiões do estado. É a máquina política municipal, a que tem contato direto com o eleitor, sendo colocada a serviço de Flávio.
Curitiba e Moro no palanque
O encontro tem presenças de peso. O prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel (PSD), deve participar. Também é aguardado o governador eleito, Sergio Moro (PL), além de senadores eleitos e outras lideranças políticas paranaenses.
Com esse time reunido, o resultado esperado é claro: segundo a fonte, Flávio deve ampliar a vantagem sobre Lula no estado do Paraná. A informação é uma expectativa dos articuladores, não um resultado confirmado, mas o recado político já está dado.
O que está em jogo
Em um segundo turno apertado, cada voto conta. Prefeitos e vereadores costumam ter influência direta nas comunidades, e a mobilização de 350 deles pode transformar o apoio de um governador em presença real nas ruas, nas cidades do interior e nos bairros.
O próximo passo será visto já nesta terça. Se a meta de 1.500 participantes se confirmar, o Madalosso vira vitrine da força do bloco que une PSD e PL no Paraná, e um sinal de que a campanha de Flávio ganha capilaridade na reta final.
Análise do Giro
Ao colocar prefeitos, o prefeito da capital e o governador eleito no mesmo palco, o Paraná mostra que o apoio a Flávio não depende só de pesquisa: nasce da base municipal, onde a vida do cidadão acontece. Para quem defende liberdade, menos impostos e uma gestão mais próxima do eleitor, é um sinal de que a articulação política de direita se organiza de baixo para cima. Resta ver se a expectativa de ampliar a vantagem se confirmará nas urnas.
Com informações de Jornal da Cidade Online.


