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Política

Metrô da Paulista vira alvo após ato com Lula: portas quebradas e pichação “Viva a Revolução”

Estações Consolação e Trianon-Masp foram depredadas na dispersão da “Marcha pela Democracia”, e a PM ainda apura denúncias de agressões contra mulheres.

Metrô da Paulista vira alvo após ato com Lula: portas quebradas e pichação “Viva a Revolução”
Foto: Ricardo Stuckert/PR / CC BY 2.0 (Luiz Inácio Lula da Silva)

O domingo de ato político na Avenida Paulista terminou com cenas de destruição. Durante a dispersão da “Marcha pela Democracia”, que teve a presença de Lula, manifestantes depredaram os acessos às estações Consolação e Trianon-Masp do metrô, em São Paulo, segundo a Polícia Militar.

Portas quebradas, grades destruídas e pichação

De acordo com a PM paulista, os vândalos subiram nas estruturas das estações, quebraram portas e grades de proteção e pichavam frases como “Viva a Revolução”. A depredação atingiu justamente a infraestrutura que o trabalhador paulistano usa todos os dias para ir e voltar.

A Companhia do Metrô ainda não divulgou uma estimativa do custo dos reparos. Ou seja, a conta dos estragos segue em aberto.

Tumulto também na Augusta e na Praça Oswaldo Cruz

O caos não ficou restrito às estações. Foram relatadas aglomerações com tumulto na Rua Augusta e na Praça Oswaldo Cruz. Há ainda denúncias de agressões físicas contra mulheres durante o evento, segundo registros da polícia local. O material de origem não detalha quantas vítimas houve nem quem seriam os agressores.

O episódio se soma a outro relato do mesmo ato: o roubo de dois celulares, ironizado por Nikolas Ferreira nas redes e já noticiado pelo Giro. Agora, os danos ao metrô dão uma dimensão mais concreta do que aconteceu na saída da manifestação.

Quem vai pagar pelo prejuízo?

A pergunta que fica é simples: quem responde pelos danos ao patrimônio público? A PM segue investigando os responsáveis pelas depredações e pelas denúncias de agressão. Segundo a fonte, autoridades municipais devem avaliar se haverá responsabilização dos organizadores do ato pelos prejuízos causados à população que depende do transporte público. Até aqui, não há confirmação de que isso vá acontecer.

Vale registrar que a fonte não aponta que Lula tenha participado ou incentivado os atos de vandalismo. Os danos ocorreram durante a dispersão do evento que contou com a presença dele.

Análise do Giro

Quem convoca multidões em nome da “democracia” tem de garantir que o evento não termine em quebra-quebra, pichação e denúncias de violência contra mulheres. Protesto pacífico é direito de todos. Depredar o metrô, que serve o trabalhador, é outra coisa. Cabe às autoridades identificar os responsáveis e cobrar a conta de quem causou o dano, não do contribuinte.

Com informações de Topic News.

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