A influenciadora Amanda Kimberlly revelou nesta quinta-feira (08) que registrou um boletim de ocorrência após a filha de dois anos, Helena, fruto da relação com o jogador Neymar, se tornar alvo de ataques nas redes sociais. Ela também acionou a plataforma responsável pelas contas que fizeram as publicações.
Três perfis na plataforma X
Segundo Amanda, três perfis na rede social X passaram a publicar mensagens ofensivas sobre a menina. Os posts também traziam especulações sobre a saúde da criança e comentários sobre o relacionamento entre Amanda e Neymar.
Nos registros divulgados pela influenciadora, há publicações dirigidas tanto à criança quanto à mãe. Algumas comentam a saúde da menina. Outras trazem ofensas relacionadas à concepção de Helena.
Provas guardadas e pedido à plataforma
Amanda contou que não expôs os ataques de imediato. Ela percebeu que a repercussão poderia estimular os autores das postagens. Em vez de alimentar discussões online, optou por reunir as publicações e levá-las às autoridades.
Em manifestação nas redes, a influenciadora detalhou as providências já tomadas:
“O primeiro passo já foi dado: registramos um Boletim de Ocorrência e, na sequência, foi feito um pedido formal à plataforma para a preservação e o fornecimento dos dados necessários à identificação dos responsáveis.”
De acordo com Amanda, os envolvidos já foram formalmente notificados. Ela afirmou ainda que, depois de identificados, eles poderão responder pelos atos na Justiça.
A influenciadora ressaltou que, se os autores forem menores de idade, os responsáveis legais poderão ser chamados a responder, conforme a legislação.
“Tristeza e indignação”
Ao comentar o caso, Amanda disse que ficou abalada ao encontrar mensagens direcionadas à filha.
“Como mãe, é difícil colocar em palavras a tristeza e a indignação de ler determinadas coisas sendo escritas sobre minha filha.”
Ela afirmou que não pretende transformar o episódio em uma disputa pública. Segundo Amanda, o objetivo é proteger a menina e fazer com que os responsáveis sejam identificados e respondam dentro das medidas cabíveis.
“Não tenho interesse em alimentar exposição, brigas ou tribunais virtuais. Tenho interesse em proteger minha filha e fazer com que aqueles que ultrapassarem os limites da liberdade de expressão respondam por seus atos na esfera adequada”, declarou.
Amanda disse que continua acompanhando o caso. Ela afirmou ter documentado as publicações e encaminhado as informações para as medidas necessárias.
Análise do Giro
Liberdade de expressão é um valor que o Giro defende, mas ela não serve de escudo para atingir uma criança de dois anos. Cabe à Justiça apurar o caso com rigor e garantir o direito de defesa de quem for identificado. Proteger a infância, que é parte central da defesa da família, também exige que adultos respondam pelo que publicam.
Com informações de Bacci Notícias.



