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Eleições

Meta reage à campanha de Lula: acusações são “simplesmente falsas”

Big tech rebate a acusação de interferência eleitoral feita pela campanha petista, que agora promete levar o caso ao TSE. Veja a resposta.

Meta reage à campanha de Lula: acusações são “simplesmente falsas”
Foto: Ricardo Stuckert/PR / CC BY 2.0 (Luiz Inácio Lula da Silva)

A Meta, dona de Facebook, Instagram e WhatsApp, bateu de frente com a campanha de Lula (PT). Em nota oficial, a empresa classificou como “simplesmente falsas” as acusações de que teria interferido no processo eleitoral brasileiro. A campanha petista respondeu que vai acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a companhia.

O que a campanha de Lula acusou

O comitê do presidente afirmou que a Meta tentou interferir no pleito. Além da acusação, anunciou que vai ao TSE para pedir investigação de supostas irregularidades nas plataformas da empresa e buscar medidas judiciais contra ela.

É uma acusação pesada contra uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, feita por uma campanha que disputa o segundo turno.

A resposta da Meta: “sem respaldo nos fatos”

A empresa não deixou margem para dúvida. Na nota, afirmou:

“As alegações são simplesmente falsas e não encontram respaldo nos fatos. Muitos dos problemas técnicos mencionados não afetaram exclusivamente o Brasil ou contas específicas. Cumprimos com as normas eleitorais e estamos comprometidos com a isonomia.”

Segundo a Meta, os problemas técnicos citados pela campanha petista ocorreram em várias regiões e plataformas. Por isso, diz a empresa, não houve discriminação. A companhia reafirmou o compromisso com a igualdade de tratamento entre usuários e com as regras eleitorais brasileiras em vigor.

O que vem agora

O caso deve seguir para o TSE. A campanha petista pretende formalizar a denúncia, e o tribunal vai analisar as acusações. A Meta, por sua vez, pode apresentar defesa técnica e documental no processo.

A questão central é se a campanha conseguirá provar a tese de interferência. A empresa diz que não há base factual, e caberá à Justiça Eleitoral avaliar.

Análise do Giro

Quando uma campanha que está sob pressão nas urnas acusa uma empresa privada de interferir na eleição, o mínimo que se espera são provas claras, e não apenas insinuações. A Meta negou tudo, de forma direta e por escrito. Agora o TSE deve avaliar o caso com rigor e transparência, e o eleitor merece saber se a denúncia tem fundamento ou se é só mais uma tentativa de buscar culpados fora de casa.

Com informações de Topic News.

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